Audiência de Instrução acontece em Muriaé com acusados de matarem mulher de 34 anos

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Foi realizada na última semana uma audiência de instrução sobre o assassinato da manicure Nayara Rocha Andrade, de 34 anos, que morreu após ser baleada em um salão de beleza, em junho deste ano, em Muriaé. Os réus são dois policiais militares, que não tiveram as identidades reveladas.

Informações repassadas pelo G1, de acordo com do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a audiência foi realizada no Fórum Tabelião Pacheco de Medeiros e durou aproximadamente oito horas. Na ocasião, foram ouvidas 18 pessoas, entre elas as testemunhas de acusação e defesa. Houve também o interrogatório dos réus, um sargento primo da vítima e um cabo que teria o auxiliado.

O que dizem as defesas

O advogado Lucas Porcaro, responsável pela defesa do sargento enviou a seguinte nota ao g1:

"A atuação da defesa, nesse primeiro momento, se deu de forma bastante cautelosa e comedida, pelo seguinte:

O procedimento de processo criminal, nos crimes dolosos contra a vida, é um procedimento escalonado. Dividido em duas fases: Sendo que a primeira delas, em síntese, frente à juíza de direito, a qual serve para se decidir se o acusado será levado a julgamento perante os jurados e também para produção de provas.

Nesse sentido, a defesa entendeu por bem, atuar nessa primeira fase de instrução, na garantia do cumprimento do devido processo legal e demais direitos constitucionais do acusado. Uma vez que entende que os requisitos para pronúncia (prova da materialidade e INDÍCIOS de autoria) estão preenchidos.

Para então e tão somente frente aos jurados, juízes legitimados para julgamento do mérito, apresentar as suas contraprovas e versão.

Trazendo à baila assim, a verdade real dos fatos."

A defesa do segundo militar está sob responsabilidade do advogado Berlinque Cantelmo, que enviou o seguinte posicionamento à reportagem:

"A defesa do segundo militar suspeito enfatizou que as audiências de instrução serviram para demonstrar sua inocência, pois ficou claro que o acusado foi convencido a comprar o veículo Gol para o Sargento Ralf confiando na história de que este estaria sendo ameaçado na cidade de Muriaé por um indivíduo foragido da justiça.

Conforme o advogado, Dr. Berlinque Cantelmo, seu cliente foi apenas mais uma peça manipulada dentre outras várias e que, agindo de boa-fé, foi surpreendido com uma prisão preventiva mesmo tendo colaborado com toda a investigação".

Fonte: Portal G1 Zona da Mata.

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